"Although it is not true that all conservatives are stupid people, it is true that the most stupid people are conservative." John Stuart Mill
24
Abr 12
publicado por Tó Zé, às 18:58link do post | comentar

Quero dizer a todos que deixo um abraço a um grande homem, com um H mesmo muito grande.

Adeus Miguel Portas, todos sentiremos a tua falta, nunca serás esquecido por todos nós.

 

 

 

 

 

 

 

 


22
Abr 12
publicado por Tó Zé, às 19:13link do post | comentar

Decidi escrever este texto para dar as minhas felicitações a este governo. Finalmente alguém tem coragem, ainda que devido às circunstâncias, de aumentar o controlo do fisco sob os contribuintes.

Na verdade, eu, como apoiante do Estado Social, ou Estado Providência, acho que o executivo está a tomar boas medidas. Na realidade, o executivo aumenta a eficiência do sistema tributário não só por aumentar a vigilância e a fiscalização, mas também por conceder pequenas vantagens por se pagar impostos.

Pessoalmente, eu acho que deveria ainda haver outro tipo de medidas, medidas de condenação. Não estou a falar de multas ou de prisões, mas sim da perda total de direitos estatais e cívicos a quem puder pagar impostos e não o fizer por ganância. Na minha não tão modesta opinião, quem não paga impostos (por ganância, ou simples fuga) deve ser completamente excluído do sistema do Estado Português, o que significaria que não poderia inscrever os seus filhos na escola pública, não poderia ir a um hospital público sem pagar como se estivesse a usufruir dum hospital privado, não teria direito a reformas da Caixa Geral de Aposentações ou serviços semelhantes sob o controlo estatal, não teria direito sequer a chamar a polícia se a sua casa fosse assaltada.

Neste momento o leitor deve estar a pensar se eu não sou contra o próprio Estado Social. Na verdade, eu sou contra o opurtunismo de uma parte da população. Eu acredito que o Estado deve cumprir as suas obrigações para quem cumpre as obrigações com o Estado, desse modo, os contribuintes não teriam de pagar por injustiças. O Estado Providência só o deve ser quando os cidadãos o respeitam e o tentam manter, e não quando os cidadãos se aproveitam dele para enriquecer.

Relativamente a áreas como a agricultura (não quero generalizar), não sei se alguém que está a ler já viveu ou vive no Alentejo, mas todos os agricultores reclamam quando há mau tempo, mas nenhum pensa em pagar impostos quando está bom tempo, obviamente, num caso desses o Estado não deve pagar quaisquer subsídios, deve apenas dar condolências aos agricultores pelas opções que tomaram.

Este exemplo que eu dei dos agricultores, por ser um exemplo que conheço melhor, aplica-se a qualquer classe profissional, o Estado tem de prestar serviços a quem o quer, não a quem o desdenha, que geralmente acaba por se apoiar nele.


09
Abr 12
publicado por Tó Zé, às 13:33link do post | comentar

Estou hoje a publicar este texto, não devido a algum motivo em especial, mas sim porque fui visitar os meus pais, que moram perto do Bairro Alto (e desta vez fiquei mesmo irritado).

O prédio habitado pelos meus pais é praticamente devoluto, visto que só lá moram eles, para mais, está a uma esquina, assim, ficou o sítio ideal para os vendedores de droga. Durante anos, eles estiveram naquele sítio e quando os inquilinos do piso térreo do prédio abandonaram a casa, os monstros começaram a ocupá-la sucessivamente, noite após noite. Agora, o prédio está em obras e não se consegue que eles saiam dali.

Infelizmente, tudo isto traz uma questão preocupante, o fraco policiamento daquela zona (pelo menos aos fins de semana). Ainda no domingo, antes de entrar em casa dos meus pais vi dois polícias a fazer uma ronda, estranhamente, quando saí e fui às compras no Chiado, vi os mesmos dois polícias a fazer patrulha. Uma questão é, só há dois polícias a fazer o policiamento de toda aquela zona aos domingos?! Isto é impensável, que autoridades são estas no nosso país que têm uns poucos agentes para combater a criminalidade numa zona turística da cidade de Lisboa? Como é que a situação pode ter chegado a este ponto na nossa própria capital, nem a um quilometro do ministério da justiça ou da associação nacional de farmácias?

Depois preocupamo-nos com os jovens que consomem cada vez mais alcool e droga, mas não somos capazes de deter os traficantes nas prisões (que tanto dinheiro custam ao Estado). Não conseguimos tirar os traficantes dos locais onde os nossos filhos (e por vezes nós) saem à noite, onde lhes podem vender droga. É pena que o governo não queira ser acusado de ditador, porque eu não me importava nada que a polícia conseguisse alvejar aqueles traficantes durante as rusgas (acabava-se de uma vez por todas com o problema).

Na minha opinião, apolícia devia ter uma atuação muito superior, devia poder fazer o seu trabalho, mas, infelizmente, entre cortes nas despesas e ordens dos superiores, os polícias estão de mãos e pés atados para fazerem o trabalho que lhes compete: proteger os cidadãos da criminalidade nos locais onde vivem, trabalham e se divertem.


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